Conheça a Recoleta (ARG) e Santo Amaro (Recife), cemitérios que são museus de arte ao ar livre

Raras são as vezes em que não se quer deixar o cemitério com rapidez, como que para esquivar-se de uma verdade inconveniente. Culturalmente, o local não é dos mais convidativos para caminhar e observar requintes de arte expressas em cada cerâmica, barro, bronze e concreto minuciosamente colocados. E, no entanto, há décadas, normalmente não há maior coleção artística, e de cunho histórico, que os cemitérios de uma localidade. É assim no Recife, com o Cemitério Senhor do Bom Jesus da Redenção, o qual desconhecemos até o nome – e optamos por chamar de Santo Amaro. É também assim no mais famoso cemitério da América do Sul, o da Recoleta, na Argentina, com seus altos mausoléus e reunião de praticamente todos os grandes nomes da história argentina em um único espaço – não por acaso, reúne milhares de turistas diariamente na capital portenha.

Em termos de curiosidades, poderíamos trazer imagens mais significativas dos 10 cemitérios mais “diferentes” que você pode ouvir falar em viagens – incluindo um submerso, que se visita com equipamento de mergulho, ou outro, com restos mortais nas paredes. Preferimos trazer arte. Daquelas que mal percebemos, mas esperam nosso reconhecimento. No ensaio Recoleta, de Roberto Ramos, a seguir, apresentamos o Cemitério de Buenos Aires a quem nunca esteve na Argentina e trazemos os detalhes que podem ter passado despercebidos por quem já caminhou por seus corredores. Logo depois, trazemos seu olhar para casa, com Santo Amaro, pelo fotógrafo Rafael Martins. Eles nos mostram como, de fato, nem só de saudade se faz um cemitério

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Santo Amaro/Recife

(Senhor do Bom Jesus da Redenção)

Rafael Martins

Rafael Martins

Fotógrafo

Ensaio Santo Amaro

Roberto Ramos

Roberto Ramos

Fotógrafo

Ensaio Recoleta

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