“Oitava maravilha do mundo” pode ter sido redescoberta na Nova Zelândia

Wikimedia Commons / Reprodução

Você já escutou falar nos Terraços Brancos e Rosas do lago Rotomahana?  Não?

Isso é porque eles foram cobertos pelas cinzas do Monte Tarawera, em 1886 e desde então foram considerados perdidos pelo estudiosos. Porém, uma dupla de cientistas resolveu procurar pelo local, considerado a oitava maravilha do mundo e, apesar de estar enterrada a cerca de 15 metros abaixo da superfície, eles acreditam que ela pode ser restaurada.

Os Terraços, que eram plataformas localizadas as margens opostas do lago Rotomahana, localizado a dez quilômetros de distância do Tarawera, na Nova Zelândia, eram considerados as duas maiores formações de sílica sinterizada do mundo. Que significa o estado de mais alta pureza de minerais, devido à temperatura em que são expostos. Essas plataformas formavam uma “escada” de água quente, de um lado branco e do outro rosa. Porém, apesar da fama do local, o governo não tem registros sobre localização dos terraços, o que resultou na perda do local.

Não satisfeitos, Rex Bunn e Sascha Nolden resolveram procurar essa oitava maravilha, baseando-se na descrição produzida pelo austríaco Ferdinand von Hochstetter, o único geólogo que chegou a estudar, de alguma forma, os terraços. Após publicar um pré-projeto no periódico Journal of the Royal Society of New Zeland, eles pretendem realizar uma escavação na área, e já estão buscando por pessoas para compor uma equipe para o projeto. “Nossa pesquisa baseou-se nessa única pesquisa feita nessa parte da Nova Zelândia, mas estamos confiantes de que a cartografia é sólida. Estamos encantados com a possibilidade”, comentou Bunn ao The Guardian.

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