Radiação “mata” robôs criados para limpar Fukushima

IAEA / Creative Commons

Os níveis de radiação presentes em Fukushima, no Japão, palco do pior acidente nuclear registrado no mundo desde o Desastre de Chernobyl, afetam até mesmo os robôs construídos para limpar e coletar dados da área. Segundo o jornal britânico The Independent, a última missão de análise da usina falhou após os robôs construídos pela Toshiba especialmente para a ocasião morrerem cinco vezes mais rápido do que o esperado. Eles foram programados para aguentar 72 sieverts de radiação, mas registraram 530 unidades.

O sievert é a unidade utilizada para avaliar o impacto da radiação em seres humanos. Apenas uma dose dela é suficiente para causar doenças e enjoos; cinco delas poderiam matar aqueles que forem expostos a ela pelo período de um mês. Pelo menos 100 mil pessoas precisaram deixar as próprias casas após o acidente, em 11 de março de 2011. Estima-se que 18 mil pessoas tenham morrido por causa do incidente, que vazou mais de 600 toneladas de combustível tóxico no ar.

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