Mulher tenta embarcar em avião com porco de estimação e acaba expulsa

Rob Phelps

Uma mulher que pretendia embarcar com o seu “porco de estimação” em um avião da US Airways causou muita polêmica entre os passageiros. Inicialmente, as pessoas pensaram que se tratava de uma bagagem de mão que estava sendo transportada, mas, na verdade, enganaram-se. “Pensei que era uma mochila, mas não. Eu consegui sentir o cheiro estranho e logo identifiquei que era um porco em uma coleira”, explicou Jonathan Skolnik, um professor que estava presente no avião, em entrevista à ABC News. Observando a naturalidade com a qual a dona do animal lidava com a situação, ele descreveu a cena. “Ela amarrou-o ao braço ao meu lado e começou a se acomodar em seu lugar, mas o porco estava caminhando de um lado para o outro”, comentou. Depois do incômodo causado aos demais passageiros, a mulher e o porco foram impedidos de permanecer embarcados.

Em resposta ao caso, a American Airlines, empresa-mãe da US Airways, disse que a mulher fez um apelo afirmando que o porco seria um animal de apoio emocional, quando um bicho serve de forma de acalmar a pessoa, o que, por lei, seria permitido. Porém, ao perceberem que a situação era perturbadora, funcionários convidaram a dona e o bicho a se retirarem da aeronave. Segundo o professor Skolnik, o animal tinha um peso entre 22kg e 30kg e o deixou assustado. “Eu estava aterrorizado, porque estava pensando que iria ter que viajar com o porco”, disse ele.

A presença de animais de apoio emocional, como são conhecidos, tem se tornado cada vez mais comum em aviões. Recentemente, o pato Daniel foi descoberto em um voo de Charlotte, na Carolina do Norte, para Asheville. Ele vestia uma fralda e pequenas botas vermelhas.

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