Mulher é cremada viva após erro de hospital

Human Rights Observer/Twitter

Um caso tem gerado comoção e revolta na Índia. Rachna Sisodia, mulher de 24 anos, foi cremada viva após erro do Hospital de Sharda, na Índia. De acordo com informações do site indiano India Express, os médicos afirmaram que a jovem havia morrido por conta de uma infecção pulmonar e entregaram o corpo para a família.

O viúvo de Rachna, Devesh Chaudhary, rapidamente levou a esposa morta até a cerimônia de sepultamento e logo foi iniciada a cremação. Porém, um parente desconfiou que a mulher estava viva e retirou o corpo da cremação.

Na ocasião, ela já estava morta, porém, no exame de necropsia (realizado para identificação da causa da morte) foi constatado que havia partículas carbonizadas na traqueia e nos pulmões da mulher. Ou seja, ela estava respirando durante o processo de cremação do seu corpo. “Isso ocorre quando alguém é queimado vivo. As partículas vão com a respiração. Se a pessoa morreu, elas não chegam até os pulmões”, afirmou o porta-voz da polícia indiana.

O Hospital de Sharda segue afirmando que a mulher saiu morta da unidade. Os médicos que atuaram na necropsia, porém, afirmaram que a jovem faleceu pelo “choque” causado no corpo ao ser queimada viva. De acordo com o tio da jovem, Kailash Singh, ela perdeu o contato com a família desde dezembro de 2016. Em fevereiro de 2017, deu entrada no hospital com dores abdominais, febre, falta de ar e tremeres. De acordo com o hospital, ela teria morrido dois dias após ser internada.

Diante das circunstâncias da morte, a polícia abriu investigação contra o viúvo e outras onze pessoas. Todos, até o momento, foragidos.

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