Homem velado em jogo de poker aumenta lista de ritos estranhos de Porto Rico

Na maioria dos velórios, há choros, tristeza, saudade e, em alguns casos de assassinatos, sensação de impunidade. Porém em Porto Rico, algumas pessoas fazem homenagens, no mínimo, curiosas. No dia 25 de janeiro de 2016, um pai quis homenagear o filho e pediu a funerária que o colocasse sentado como se estivesse jogando pôquer. O rapaz embalsamado morreu no último dia 19.

Henry Rosario Martínez, de 31 anos, sofreu complicações decorrentes de uma intoxicação por medicamentos. Ele era pai de uma menina de 11 anos e um entre quatro irmãos de Barceloneta. Ao PrimeraHora, o irmão John Harry Rosario disse que a decisão partiu da família, que o considerava muito alegre para ser velado de forma tradicional.

 

Apesar de estranho, o ritual não chega a ser tão raro em Porto Rico. Em outubro de 2015, a família de Jomar Aguayo, de San Juan, decidiu que em seu velório ele ficaria sentado numa mesa do bar da mãe com cervejas e cigarros à vontade. Ele foi assassinado e, após seu velório, ficou conhecido como “morto do dominó“.

A moda começou em 2008 quando Angel Pantoja Medina, 24 anos, foi embalsamado em pé e colocado na sala da sua casa, em San Juan, por três dias. Outro velório inusitado foi o do boxeador profissional Christopher Rivera, 23 anos, que teve a casa transformada em um ringue profissional. Em 2014, uma senhora de 80 anos foi embalsamada e posta sentada na sua cadeira de balanço na mesma cidade que os outros dois.

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