Grupo faz bandeira e hino para time olímpico de refugiados

The Refugee Nation / Divulgação

Os jogos olímpicos do Rio de Janeiro contarão com 10 atletas refugiados nas modalidades de atletismo, natação e judô. Para incluí-los no clima da competição, a Nação dos Refugiados (The Refugee Nation), projeto de dois brasileiros de Curitiba que hoje moram em Nova York. Eles uniram artistas refugiados para elaborar uma bandeira e um hino para os atletas, que fugiram da fome, guerra e violência de países como Etiópia, Sudão do Sul, Congo e Síria.

A bandeira tem as cores preto e laranja e foi confeccionada pela artista síria Yara Said, atualmente moradora da Holanda. “Preto e laranja são um símbolo de solidariedade com todos os seres humanos corajosos que tiveram que vestir um colete salva-vidas para atravessar o oceano em busca de segurança”, explicou Yara. O hino, composto pelo também refugiado sírio e compositor Moutaz Arian, não tem letra para poder adquirir linguagem universal.

Agora, a Refugee Nation tenta entrar em contato com o Comitê Olímpico para fazer a bandeira ser aceita na competição, já que o planejamento oficial para o time de refugiados é fazê-los entrarem com a bandeira olímpica. Uma petição na internet também foi criada pelo grupo para reforçar o pedido. “Essa bandeira é uma lembrança que vai ficar comigo a vida toda”, desabafou Popole Misenga, judoca do Congo, em vídeo promocional da Nação dos Refugiados.

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