O combate ao assédio sexual nas mãos das mulheres

Ser uma ferramenta de combate ao assédio sexual sofrido pelas mulheres. Esse é o objetivo do Sai Pra Lá, aplicativo criado pela estudante paulista Catharina Doria, 17 anos e mais dois amigos. Por meio dele a mulher pode informar o endereço, período do dia e o tipo de assédio vivenciado, podendo ser definido como “verbal”, “sonoro”, “físico” e “outros”.

A iniciativa começou a sair do papel há 4 meses após a própria Catharina passar pela experiência vivenciada por diversas mulheres diariamente. Foi chamada de “gostosa” na rua por um homem que ainda afirmou que iria “levá-la para casa”. A partir de então ela decidiu utilizar o dinheiro que iria para a viagem de formatura em Cancún, no México, para arcar com os custos de um designer e um desenvolvedor no projeto.

 

No Sai Pra Lá todas as informações são prestadas de forma anônima, sem que a mulher precise informar sequer a idade ou e-mail. Lançado na terça-feira (3) para download no iOS e Android o aplicativo teve nas primeiras vinte e quatro horas mais de 300 ocorrências.

O objetivo é que, com o aumento dos downloads, seja possível mapear os locais onde as mulheres são mais assediadas e que um reforço na segurança pública seja providenciado.

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