Norte-americano sobrevive a ataques terroristas de Bruxelas, Paris e Boston

O adolescente Elder Mason Wells, de 19 anos de idade, que saiu ferido do atentado terrorista do dia 22 de março em Bruxelas, já havia sobrevivido a outros episódios similares: o primeiro, na maratona de Boston, em 2013, e o segundo em Paris, em novembro de 2015. O rapaz sofreu um rompimento no tendão de Aquiles, decorrente dos estilhaços oriundos da explosão, além de queimaduras de segundo e terceiro grau no rosto e nas mãos.

No momento do incidente em Bruxelas, Mason estava no aeroporto com outros dois missionários mormóns norte-americanos. De acordo com Chad Wells, pai do garoto, durante o bombardeio de Boston, ele estava com o filho a um quarteirão de distância da linha de chegada, onde ocorreu o bombardeio, aguardando sua esposa, que percorria a maratona. “Vivemos em um mundo perigoso e nem todo mundo é gentil e amável”, lamentou Chad ao jornal ABC News. A família de Mason disse que, em 2015, ele havia ido a Paris justamente com o intuito de participar de uma mobilização para encontrar terroristas e interromper ataques futuros. “Eu disse a ele para, em primeiro lugar, sempre estar ciente de seu entorno, e, por favor, ter muito cuidado com as pessoas ao seu redor”, comentou Kimberly Wells.

O pai elucidou ainda o fato de Mason ser um “garoto forte”, capaz de manter a tranquilidade em momentos como o episódio de Bruxelas e comemorou o fato de o rapaz ter escapado: “é uma bênção de Deus ele estar vivo”. Segundo Chad, no atentado de Bruxelas, “apesar de estar no chão, com sangramento, tinha um senso de humor e permaneceu calmo com a situação”. A família comentou também que sua principal preocupação no momento é que Mason alcance seu sonho de ingressar na Academia Naval dos Estados Unidos.

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