Fotógrafo flagra divididas e não é preciso ver mais nada para saber: doeu

São mais de 700 jogos de futebol atuando pelo Diario de Pernambuco, mas não é preciso ter o olhar atento do fotógrafo Ricardo Fernandes para torcer a cara e imaginar o quanto um lance resultou em dor (muitas vezes, para mais de uma das partes). A essa altura, ele já nem torce mais a cara, sentindo a dor alheia, mas as imagens de seu arquivo profissional são daquelas que você acaba colocando a mão em alguma parte do seu próprio corpo, quase compartilhando o impacto.

Da Seleção Brasileira aos times locais, são inúmeros pés altos, trombadas, cabeceadas do tipo crânio a crânio e movimentos que mais parecem voadoras ninjas – tudo isso dentro das quatro linhas e sob os olhares dos árbitros. Essa é uma seleção para aquelas pessoas que acreditam que ser jogador de futebol passa longe de ser uma profissão de risco.

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Ricardo Fernandes

Ricardo Fernandes

Fotógrafo

Ricardo é fotógrafo do Diario desde 2000. É admirador do futebol, mas, como jogador, já pendurou as chuteiras. Sádico, para ele, as divididas e bicicletas são os melhores lances para fotografar em um jogo.

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